Para ilustrar, o exemplo mais típico é de quando temos de subir quatro andares pelas escadas.
Possuíndo uma capacidade aeróbica boa ou razoável, conseguimos subi-los sem parar e sem chegarmos terrivelmente ofegantes.
Note que não interessa a rapidez da passada, que cada qual adapta às suas possibilidades.
No cimo, teremos uma recuperação mais ou menos rápida do ritmo cardíaco e da respiração. Caso contrário, chegaríamos muito incomodados, com o coração aos pulos, e ficaríamos prostrados, sem alento, durante algum tempo.
Este teste não mede a força física, mas a capacidade de realizar um esforço contínuo cuja duração dependerá do estado do nosso organismo.
Como interpretar os resultados ?
Calcule R = (P0 + P1 + P2 - 200)/10
e compare o resultado:
R < 0 - excelente,
0 < R < 5 - muito bom,
5 < R< 10 - bom,
10 < R< 15 - médio.
Notas:
a) P0 < 65 - você tem um bom valor cardíaco de base,
b) P1 > 2 x P0 - revela falta de treino, P1 eleva-se desproporcionadamente em relação a P0,
c) P2 > P0 + 10 - fraca recuperação,
d) P2 < P0 - excelente desaceleração cardíaca.
Nota importante: Cada ser humano possui as suas especificidades próprias e o resultado de um teste deste tipo é algo subjectivo por considerar um número limitado de factores.
Por isso, não encare o resultado que obteve como determinante do seu estado de saúde.