![]() Para realizarmos a caminhada precisávamos de dromedários. Assim trilhámos uma região onde nos tinham dito que os pastos eram bons e onde permaneciam algumas famílias de nómadas. Na realidade tinha bastante vegetação de giestas e de outros arbustos rasteiros. Mas, os nómadas não se encontravam perto dos animais e isso obrigou-nos a pesquisar vários quilómetros em redor. Curiosamente, o nosso motorista, o Mansoor, encontrou o seu dromedário fêmea favorito que acariciou longamente com emoção e a quem ofereceu pão duro! Ele tinha confiado os seus animais a uma das famílias, sua parente. Os primeiros nómadas que descobrimos não estavam disponíveis para nos guiar. Estávamos em Fevereiro e os dromedários tinham crias acabadas de nascer que mal se aguentavam nas patas, e eles não queriam abandoná-las. Finalmente conhecemos um nómada que se dispôs a acompanhar-nos com dois dromedários, e marcámos encontro para o dia seguinte à tarde. Ele ainda teria de percorrer várias horas a pé até ao local onde queríamos iniciar a caminhada. Leia a restante narrativa clicando aqui. Gonçalo Velez ![]() | ||









