Nepal: Vale de Khumbu e Campo Base do Everest
Introdução
Sob as mais grandiosas paisagens de montanha você irá apreciar a simpática hospitalidade do povo sherpa e visitar diversos mosteiros budistas tibetanos. Os nepaleses chamam-lhe Sagarmatha (Deusa Mãe da Terra) e os tibetanos Chomolungma (Senhora Deusa do Vento): é a montanha mais alta da Terra. Depois de um espectacular voo aterramos perto de Namche Bazaar, a capital da raça sherpa. Iremos apreciar a sua actividade comercial onde agricultores e comerciantes locais negoceiam com mercadores vindos do Tibet com as suas caravanas de yaks e de cavalos. Depois seguiremos o célebre vale de Khumbu até à base do Everest, sempre envolvidos por uma paisagem grandiosa de elevados cumes nevados que ao fim do dia adquirem um tom rosáceo. Atravessamos prados de altitude onde pastam serenamente cabras e yaks e onde os pastores se abrigam em cabanas de rocha. Passamos por vários mosteiros budistas sempre engalanados com bandeiras de oração que flutuam ao vento, e as rochas gravadas com orações nos caminhos atestam a grande devoção deste povo. Visitamos o mosteiro de Thyengboche, o mais importante centro de culto da região, onde acorrem peregrinos de todas as proveniências durante os seus festivais religiosos. Você irá surpreender-se com esta majestosa paisagem de grandes montanhas e de longos vales que irá renovar-se todos os dias, e terá o sentimento fascinante de ter visitado uma região muito longínqua. Pontos de Interesse Katmandu e os bairros típicos do Vale de Katmandu; Parque Nacional de Sagarmatha; Dia livre para aclimatação em Namche Bazaar; Os cilindros de oração movidos a água de Phunki; Visita ao Mosteiro de Thyengboche; Ascenção do Kala Pattar; Visita ao acampamento base do Everest; Em Viagem Acordar às 7h; depois de uma breve higiene matinal e de refazermos o nosso saco, é a hora do pequeno almoço: ovos, chapatti, doce, manteiga, queijo, cereais, leite, chá e café. Enquanto isso os nossos sherpas preparam as bagagens para serem transportadas pelos carregadores ou pelos yaks. A manhã será passada caminhando calmamente, contemplando a Natureza e correspondendo às saudações dos nativos, cada qual caminhando ao seu ritmo. Poderemos cruzar-nos com búfalos a pastar ou atravessar uma das diversas pontes suspensas que balançam à nossa passagem. A meio do dia a refeição será frugal: sopa de massas com vegetais, chapatti, queijo, doce, biscoitos. Depois continuamos o nosso caminho por entre arrozais em socalcos ou florestas de magnólias. O espectáculo das grandes montanhas nevadas aproxima-se e longe está a civilização moderna. Aqui viveremos ao ritmo dos nativos, livres de compromissos e de preocupações, num contexto praticamente inalterado ao longo dos séculos. A meio da tarde chegamos ao albergue onde nos recebem com chá e biscoitos. Você terá a oportunidade de dar um passeio nas redondezas para apreciar o panorama em redor. Ou irá esticar as pernas na sala refeitório comentando animadamente as peripécias do dia com os seus companheiros de viagem. Enquanto isso, na cozinha é preparado o jantar, que compreende três pratos, normalmente sopa de legumes, depois "dhal-bhat", arroz com puré de lentilhas, batatas cozidas, fritas ou salteadas com galinha, legumes cozidos, arroz frito com legumes, saladas de tomate e atum, doce, chá e café. Pouco depois do crepúsculo instala-se o frio da noite, e invade-nos o desejo de repousarmos na mornidão do saco-cama, normalmente às 20h.
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