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Butão-Nepal: Reino do Dragão e Nepal: Vale de Khumbu e Campo Base do Everest, Out 2018


D1
: Voos São Paulo-Kathmandu.

D2: Chegada a Kathmandu, transporte para hotel em Thamel, o bairro mais característico de Kathmandu.

D3: Dia livre em Kathmandu para visitar os diversos locais históricos no vale: Durbar Square, Swayambunath, Pashupatinath, Patan, Bakhtapur, Boudhanath, etc.

D4: Voo Kathmandu-Paro, transporte para o hotel em Thimbu.

D5: Thimbu: Visita do Taschichoedzong (dzong = fortaleza), a colossal fortaleza construída no séc XVIII, que é a sede do governo e do clero durante o Verão. Os seus edifícios são ricamente decorados com madeira policromada esculpida e inúmeros frescos nas paredes, nomeadamente mandalas de soberbo detalhe. O extenso terreiro interior é cercado por edifícios administrativos e religiosos. Há a destacar a "Sala dos Mil Budas" que contém uma enorme figura de Buda; Utse, o imponente torreão central é a residência do Je Khenpo; a sala da Assembleia Nacional, coberta de frescos representando cenas da vida de Buda e que tem uma grande mandala pintada no tecto.
Passamos pelo Memorial Chorten, (um monumento religioso típico do budismo tibetano, que contém relíquias de um santo), dedicado ao falecido rei Jigme Dorji Wangchuk e que é um importante local de visita e de devoção.
Visita de uma fábrica de papel manual onde se utilizam cascas de árvores. Passeio pela rua principal de Thimbu para se apreciar a sua dinâmica e o seu comércio. No antigo campo de batalha Changlimithang, agora transformado em campo de desporto, poderemos ter a oportunidade de observar tiro ao arco, o desporto nacional do Butão.
Partida para Punakha após o almoço. Passamos o colo Dochu La (3050m), profusamente engalanado com bandeiras de oração e com um grande chorten, donde teremos um excelente panorama dos Himalaias. Através de uma vegetação densa com magnólias e rododendros, chegaremos a uma zona de culturas semi-tropicais como a banana e a laranja, e múltiplos campos de arroz em socalcos. (2h)

D6: Punakha-Jakar de autocarro (6h). Visitamos o massivo dzong de Punakha (séc XVII), a capital de Inverno durante 300 anos, situado na confluência dos rios Mo Chhu e Pho Chhu. Hoje, somente o clero se muda para cá no Inverno e notaremos o grande movimento de monges através dos terreiros e das galerias. Contém um pequeno santuário, Dzongchung, do séc XIV e 21 templos com paredes ricamente decoradas com frescos. Mais à frente na estrada, visitamos o dzong de Wangdiphodrang (séc XVII), situado no alto de uma colina escarpada que se destinava não só a fins guerreiros mas também ao controlo dos fluxos de caravanas que circulavam no eixo leste-oeste.
Atravessamos o vale de Gangtey conhecido pela beleza da sua paisagem. É um local privilegiado de repouso para as raras e enormes garças de pescoço negro (gru nigriclis) que atravessam os Himalaias vindas do Tibet, em Novembro, para as planícies temperadas da Índia, e regressam em Fevereiro. A aldeia de Gangtey é dominada pelo seu mosteiro de telhado amarelo, o único mosteiro da seita Nyingmapa do Butão, dirigido pelo Gangtey tulku, actualmente a 9ª reincarnação com este título.
Continuamos a viagem atravessando as Montanhas Negras; do colo Pela La poderemos avistar o Jomolhari (7314m), uma das montanhas mais altas do Butão. Passando campos onde pastam yaks e ovelhas iremos deparar com um grande chorten de estilo nepalês: conta a lenda que o lama Shida venceu ali um demónio que ameaçava o vale. Pouco depois avistamos o imponente dzong de Tongsa, uma grande obra de arquitectura, considerado o mais impressionante dzong do Butão. Pic nic em Tongsa. O espectacular dzong de Tongsa (séc XVI), está construído sobre uma colina, de onde se tem um magnífico panorama em redor e, por tal, a sua importância estratégica. A sua arquitectura é complexa e contém um pequeno labirinto de terraços, corredores, salas diversas e 23 templos dedicados cada qual à sua divindade, tudo construído em níveis diferentes. Acima da fortaleza situa-se o Ta Dzong, a torre de vigia, que reforça a sua posição de controlo.
Pernoita em estalagem em Jakar, no histórico vale de Bumthang.

D7: Vale de Bumthang. Visita de aldeias no vale ou assistência de festival, dependendo do calendário. O programa será adaptado de acordo com a data do festival. Os festivais anuais são dedicados ao Guru Rimpoche e pretendem comemorar um dos grandes episódios da sua vida. Predominam as danças religiosas em que os intervenientes vestem ricos e coloridos trajes de seda amarela ou brocado. Muitas das danças são praticadas com máscaras representando animais, demónios, crâneos, expressões de Guru Rimpoche ou meros humanos. As danças podem ser: instrutivas, que contam uma história com uma moral exemplar; purificadoras, um ritual cujo objectivo é purificar e proteger um local dos espíritos demoníacos; danças que proclamam a vitória do budismo e a glória de Guru Rimpoche.
São sempre acompanhadas de música religiosa onde se utilizam as trompas telescópicas, tambores, oboés tibetanos (gyaling), címbalos, kangling (trompete feito de um fémur), sinos e conchas. A música dá ritmo às danças e demais cerimónias, e à recitação ou canto dos textos religiosos (mantras).
Elementos fundamentais nos setchus são os atsara, palhaços com máscaras expressivas que fazem comentários jocosos, confrontam os monjes e distraem o público quando as cerimónias se tornam demasiado monótonas. Só durante os setchus são autorizados a ter este comportamento que, dentro de parâmetros estabelecidos, não melindra a ordem religiosa e social.
O festival é um acontecimento importante que atrai a população da região e que lhes oferece a possibilidade de se impregnarem na sua religião e de ganharem "mérito religioso". Também é uma ocasião social de vulto onde se encontram amigos, vê-se e é-se visto, namora-se e travam-se novos conhecimentos. As pessoas vestem as suas roupas mais finas e usam as suas melhores jóias. Fazem pic nics abundantes em carne e em alcool, e prevalece uma atmosfera descontraída, bem humorada e até algo irreverente.

D8: Começamos a caminhada em Manchung onde seguimos para Dhur, uma grande aldeia a 2900m. Tem cerca de 75 famílias, com uma população registada de 800 pessoas. A única aldeia tem três tipos de habitantes os Kheps (contribuintes fiscais), com gado e terras agrícolas, Brokpas (nómadas) com os seus iaques e um terceiro grupo uma combinação dos dois. Passamos por cima da aldeia onde teremos uma vista geral interessante. Passamos uma azenha uma curiosa azenha, destruída por uma cheia. Esta azenha foi a fonte de rendimento da aldeia e já está restaurada e em funcionamento.
Atravessamos uma floresta de pinheiros azuis 
até chegarmos ao local de acampamento em Schonath (3450m) rodeados de belos zimbros. À noite ouviremos a corujas, som muito característico do local.

D9: Seguimos através da floresta de enormes árvores de clima temperado, como abetos vermelhos, cicutas, abetos, vidoeiros e muitas espécies de rododendros oferece-nos respirar o verdadeiro ar dos Himalaias do Butão. Os bambus são a principal vegetação rasteira da floresta selvagem. Durante os meses de Abril e Maio os rododendros estão em plena floração. Em cerca de duas horas, iremos chegar ao colo Drangela (3600m). Subiremos a cumeada Kitiphu para chegarmos ao local de acampamento a uma altitude de 3870m. Se o ar estiver transparente teremos uma esplêndida vista do vale e das montanhas nevadas dos Himalaias. A montanha mais alta do Butão Gangkarpunsum (7541m) estará bem em frente quando atingimos o pico Kitiphu (4000m).

D10: O magnífico nascer do sol é uma experiência nova no Butão. Descemos para os mosteiros de Zambhalha, Chuedak e Tharpaling que nos irão oferecer o contacto com a vida monástica, um histórico centro de aprendizagem budista. O mosteiro Chuedak tem 100 Avoloketeshvaras na forma de Chukchizhey (onze cabeças) único no país. À tarde, iremos caminhar ao longo da crista de Kikila e seguir o caminho tradicional entre Trongsa e Bumthang (Royal Heritage Trail). A melhor vista do dzong de Jakar nos chegará com o fim da caminhada. Alojamento em estalagem.

D11: Partida para Thimphu (4h). De caminho visitamos o dzong de Wangdiphodrang (séc XVII), situado no alto de uma colina escarpada que se destinava não só a fins guerreiros mas também ao controlo dos fluxos de caravanas que circulavam no eixo leste-oeste.

D12: Transporte para Paro (2h). Passeio em Paro e contacto com os nativos e a sua cultura.

D13: De manhã cedo, faremos uma marcha de 3 horas pela floresta de pinheiros para visita de Taktsang Lhakhang (séc XIV), o Ninho do Tigre, um dos mosteiros mais sagrados dos Himalaias e com uma situação espectacular. Está cravado na face de uma imponente falésia, 800m acima do vale. No séc VIII, o Guru Rimpoche voou do Tibet para Taktsang no dorso de um tigre. Aí meditou durante 3 meses numa caverna e converteu o vale de Paro ao budismo tântrico. Depois dele muitos outros famosos santos vieram meditar neste local tão intensamente religioso, nomeadamente Milarepa.
À tarde visitamos a fortaleza de Paro. Atravessamos a ponte coberta que dá acesso à monumental fortaleza, o Rinpung Dzong. Visita do interior apreciando a sua singular arquitectura decorada com madeira policromada e esculpida. O seu torreão central, utse, é notável pelo excelente trabalho em madeira e inúmeros frescos decoram as paredes à sua volta. O dzong tem vários salões de reza e de estudo, templos, refeitório, biblioteca e camaratas para os monjes, além dos escritórios do governo distrital.
A pé ou de autocarro, subimos para Ta Dzong, a torre de vigia do vale de Paro, que contém o Museu Nacional. A sua colecção compõe-se das seguintes secções: thangkas, pratas e jóias, estatuária, lajes religiosas gravadas, objectos rituais e instrumentos musicais, armas, objectos e utensílios domésticos, animais extintos embalsamados e selos. Contém também um magnífico santuário.

D14: Voo Paro-Kathmandu, transporte para hotel.

D15: Dia livre em Kathmandu.

D16: Transporte para o aeroporto e voo Kathmandu-Lukla (2700m) (50mn). O nosso passeio inicia-se após este espectacular voo com destino à pedregosa e reduzida pista de Lukla. Depois de descarregar-se o equipamento e de uma refeição leve, iniciamos uma marcha fácil até Phakding (2800m) (3h), passando por uns espectaculares rochedos inteiramente gravados e policromados com orações budistas tântricas;

D17: Phakding-Namche Bazaar (3440m) (6h). Subida fácil até Monjo, onde entramos no Parque Nacional deSagarmatha. Segue-se uma descida para o vale do rio Dudh que atravessamos três vezes por pontes suspensas, a última das quais longa e muito espectacular. Subida por entre uma floresta de pinheiros de onde avistaremos, ao longe, o Everest (8848m) e o Lhotse (8516m);

D18: Namche Bazaar, dia livre para melhorar a aclimatação à altitude. Esta aldeia é a mais importante de toda a região do Solu Khumbu, muito cosmopolita e cheia de actividade. Não só se organizam aqui as pesadas expedições ao Everest, como também é um importante centro de comércio da região. Ainda hoje se vêem chegar do Tibet caravanas de yaks carregadas de lã e de sal. Poderá visitar o mosteiro de Namche e subir a Syangboche passando por bonitos currais de yaks, onde poderá avistar alguns dos famosos faisões multicolores.

D19: Namche Bazaar-Thyengboche (3860m) (5h30). Seguimos por um agradável carreiro a meia encosta na margem esquerda do rio Imja. Atravessamos depois uma floresta e alguns prados onde poderemos encontrar faisões, cabras selvagens e gamos. Passamos por Phunki, após atravessarmos o rio Dudh Kosi numa ponte suspensa. Aqui podemos admirar enormes cilindros de oração movidos pela água. Chegamos a Thyengboche após atravessarmos o característico portão que anuncia a chegada a um mosteiro importante. Daqui teremos um bonito panorama sobre o vale de Imja, de onde se destaca o Lhotse e o Ama Dablam, e o caminho das nossas próximas duas etapas;

D20: Thyengboche-Pangboche(3985) (4h). O mosteiro de Thyengboche é o local de culto mais importante de toda a região, ao qual acorrem peregrinos de todas as proveniências para assistirem ao seu festival anual. De manhã descansamos e visitamos o mosteiro. À tarde faremos uma curta etapa até Pangboche que tem um pequeno mosteiro. Atravessamos uma floresta de zimbros salpicada de inúmeras flores alpestres. No caminho passamos pelo convento de monjas em Debuche, pequeno e humilde, onde se poderão apreciar paredes gravadas com orações mani e bandeiras de oração esvoaçantes;

D21: Pangboche-Dingboche (4158m) (5h).Entramos no famoso vale de Khumbu e teremos sempre um bonito panorama sobre o Ama Dablam (6856m), considerado por muitos a montanha mais elegante e sobre a imponente face sul do Lhotse (8516m). Cruzamo-nos com diversas caravanas de yaks num carreiro que, lá do alto, segue a margem direita do Imja Khola. Chegamos a uma zona de prados de altitude e, após a travessia de uma ponte de madeira, deparamos com dois stupas, múltiplos chortens e bandeiras de oração que anunciam a chegada a Dingboche

D22:Dingboche-Lobuche (4880m) (6h). Subida regular até Tukla passando por belíssimos prados com muros de pedra e cabanas de rocha onde pastam yaks. Bonita vista para Pheriche e para o leito do Lobuche Khola, em baixo. Encontro com os inúmeros pequenos chortens dedicados a todos os sherpas que morreram no Everest. A partir daqui o caminho é plano até Lobuche e a vista das grandes montanhas nevadas um espectáculo constante;

D23: Visita do acampamento base do Everest, o local onde estacionam as expedições de alpinismo que tentam a escalada do Everest e do Lhotse (3h). Excelente panorama sobre os elevados cumes em redor e sobre a impressionante cascata de gelo que tem um altura de 800m. Alojamento em Gorakshep (5164m).

D124: Dia cansativo mas gratificante: Hoje faremos a ascensão fácil e facultativa do Kala Pattar
(5545m), que demorará cerca de 3h. Sentiremos a altitude a reduzir-nos as forças e avançaremos lentamente. A esplêndida vista do seu cume oferece-nos um espectáculo magnífico das grandes montanhas muito próximas, sobretudo a clássica vista do 
Everest (8848m), do Lhotse (8516m) e do Nuptse (7855m) e dos seus imensos glaciares. Regresso a Pangboche (3985m).

D25: Caminhada Pangboche-Khumjung (3760m) (5h). Regresso pelo vale ao longo das moreias do glaciar de Khumbu.

D26: C
aminhada Khumjung-Lukla (5h).

D27: Voo para Kathmandu, transporte para o hotel, tarde livre.

D28-D29: Dias livres em Kathmandu, que servem também como segurança para o caso do mau tempo impedir os voos de Lukla;

D30: Transporte para o aeroporto e voos Kathmandu-Lisboa.

D31: Chegada a São Paulo.


Condições Particulares De Participação


Preço: Válido em 2018;

Inclui: Voos em classe turística em linha regular Lisboa-Kathmandu, hotel em quarto duplo com banho e pequeno-almoço em Kathmandu, albergues de montanha durante o passeio a pé no Nepal, todos os transportes internos, taxa de entrada nos parques nacionais, serviços de guia, voo para/de Lukla, carregadores e pessoal de apoio, transporte das bagagens durante os passeios, pensão completa no Butão.

Não inclui: Vistos (Nepal: USD 30, Butão: USD 15), taxas de aeroporto (+/- USD 30 cada partida), equipamento pessoal, processamento de visto e TDF (Tourism Development Fee) para Butão USD 50 visitas nos dias livres, refeições exceto referido acima, suplemento individual no alojamento em hotel, eventuais mudanças de aeroporto, seguro de viagem, gorjetas.

Nota: O preço dos voos é baseado em estimativas razoáveis para os trimestres futuros. As companhias aéreas poderão impor aumentos de preço dentro de prazos reduzidos por motivos vários que se prendem com economia, segurança e demais exigências legais. O preço dos hotéis e dos voos poderão alterar-se a partir de Outubro.

Refeições durante o trek no Nepal: Os albergues que utilizamos servem refeições e oferecem uma escolha variada que poderemos escolher de uma lista. Conte com preços de Eur 3-5 para uma refeição ligeira a meio do dia (por ex: sopa de massas com vegetais) e Eur 5-10 por jantar. Não incluímos as refeições no preço do programa para permitir-lhe uma maior liberdade de escolha e uma melhor gestão dos seus recursos.

Alojamento: Hotel de 3* em Kathmandu, albergues de montanha simples durante o passeio a pé no Nepal, que servem todas as refeições, alguns com possibilidade de tomar-se banho quente, hotéis em Paro e Thimbu (Grade A), estalagens nas restantes pernoitas no Butão em albergues 3*, tenda dupla durante o passeio a pé no Butão.

Transportes: Voos em classe económica na Emirates, ETihad ou Jet Airways, autocarro fretado nas ligações domésticas, turbo-hélice entre Kathmandu e Lukla.

Bagagens: Transportadas por cavalos ou carregadores durante o passeio a pé, máximo de 15kg por pessoa.

Acompanhamento: Guias profissionais nepalês e butanês falando inglês.

Grupo: mín 2 pessoas, máx 14.

Programa: Em função das condições do tempo, da condição do grupo ou outras justificáveis, o guia poderá alterar o programa do percurso pedestre, nomeadamente os locais de pernoita.

Documentação: Passaporte válido, visto para o Nepal obtido no aeroporto de Kathmandu.

Vacinas: Nenhuma obrigatória.

Equipamento: Botas para marcha, saco-cama de 3-4 estações, mochila pequena, saco de nylon flexível para a bagagem, casaco impermeável, máquina fotográfica.

Nota: Após a sua inscrição receberá uma lista detalhada do equipamento a levar.

Advertência

O Butão é um país que aposta no turismo seletivo e a frequência de turistas durante o ano ronda as 18000 pessoas. Os preços das estadias são ditados artificialmente pelo Governo e não refletem o nível de serviço que você receberia na Europa pelo mesmo preço. Os hotéis em Paro e em Thimbu são confortáveis e têm água quente para duche. Além destas duas localidades, os albergues são mais simples.

Não conte encontrar serviços destinados aos turistas, como lojas, restaurantes, bares e outras curiosidades a que poderá estar habituado. O comércio é para consumo dos locais e é pobre, à excepção da loja estatal em Thimbu Handicrafts Emporium.

O serviço dos nossos guias butaneses é eficiente, cortês e de nível europeu. Eles têm elevada cultura e irão contar-lhe as múltiplas lendas e episódios da História do Butão.

Os horários dos voos alteram-se sem aviso e é com pouca antecedência que os conhecemos. Por isso deve considerar que esta viagem poderá durar 10 ou 11 dias no Butão.

O transporte de autocarro é confortável e eficaz, embora lento por se percorrerem estradas de montanha com inúmeras curvas.

Há certos aspectos que não controlamos, como por exemplo, que o guarda de determinado mosteiro ou monumento, normalmente um monge, esteja presente à hora a que você chegue para o visitar (lembre-se que há raros telefones, com excepções em Paro e Thimbu). Ao invés, também poderá ter a sorte de visitar monumentos ou salas dos mesmos que é suposto não podermos visitar, só porque o guarda deixou a porta aberta ou não há mesmo um guarda. Os cortes de electricidade são habituais e recomenda-se que tenha sempre consigo uma lanterna - você poderá ter de percorrer o Museu Nacional Ta Dzong com uma na mão.

Não é permitido fotografar dentro das fortalezas e mosteiros, muito embora haja "alguma" tolerância para fotografia ao ar livre nestes recintos - neste âmbito o bom senso deverá sempre prevalecer.

A alimentação é adaptada ao gosto ocidental num misto de comida chinesa, indiana e butanesa.

Os voos serão reservados e pagos por Rotas do Vento, mas será a nossa agência nepalesa que levantará o seu bilhete de avião em Kathmandu pois terá de fazer-se prova de que integrará um grupo organizado e que o seu visto foi aprovado. Os dois pequenos jactos da Druk Air (British Aerospace com 70 lugares) só voam para os países limítrofes e os bilhetes só são emitidos nesses locais. Há somente outra companhia aérea autorizada a voar para Paro: Buddha Air.

O seu visto para o Butão também será obtido por nós em Kathmandu sendo somente necessário pagar os USD 15 à chegada a Paro, para que lho carimbem no passaporte.


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